A retórica do pessoal de oposição, partidos e os activistas da dita “Sociedade Civil”, seguiu aquilo que se chama a táctica DARVO, que consiste em Negar os factos, atacar o adversário, inverter os papeis de Vitima e perpetrador. Trata-se de uma usada para manipulação de opinião publica por movimentos comunistas.
Notaram rápida transição retórica sobre o Vandalismo que vitimou o país?
Passamos de negação (“não há Vandalismo”), para areia aos olhos (“o verdadeiro vandalismo é do Estado”), tentou se desconversa(“vandalismo é normal em manifestação”), depois uma boa chantagem (“como tu ousas falar de vandalismo diante das mortes”), para finalmente chegar na admissão covarde por meio de piada (“eles vandalizaram em 1975, agora não nos deixam vandalizar”).
O próximo passo vai ser dizer que a vandalização é necessária para “libertar Angola”.
Negar.
O primeiro elemento da Negação, foi transformar o Vandalismo em protesto político e negar o seu carácter meramente criminal, alegando que foram resposta inevitável da fome, que seria “à causa fundamental que leva a “populaça” [ao Vandalismo]” nas palavras de Marcolino Moco.
Dar um sentido político a crimes de alguns vândalos, os fazendo passar por vontade popular das pessoas que se esconderam em casa por medo, é aceitar a responsabilidade pelos crimes.
Na mentalidade esquerdista, o criminoso é um agente político, que faz propaganda violenta em nome do partido no comando, por isto que incentivar o crime faz parte da agenda esquerdista, aliás o esquerdista se auto-proclama porta-voz dos criminosos.
No Brasil, os bairros foram transformados em “comunidades” em que conta apenas a vontade do traficantes armados, os moradores devem calar-se.
O governo aliado aos bandidos, sequestram a população, sendo que querem transformar Angola em uma comunidade.
Vocês são cúmplices da morte da senhora na CAOP, se não estivessem a dar cobertura moral para estes crimes, a polícia não estaria lá e não existiria o risco de morte por arma de fogo.
É UM DIREITO CONSTITUCIONAL | O direito à manifestação é um princípio constitucional que deve ser respeitado e protegido. Esse direito envolve responsabilidade mútua: por um lado, os cidadãos que manifestam devem fazê-lo dentro dos limites da lei; por outro, quem tem o dever de garantir a ordem não pode agir em defesa de interesses partidários, mas sim agir como garante imparcial da ordem pública e dos direitos de todos.
Lamento profundamente a morte de cidadãos no contexto das manifestações recentes. A vida humana é inviolável. A polícia não pode, em nenhuma circunstância, usar balas reais contra manifestantes, sobretudo quando existem diversos meios não-letais de controlo de multidões.
A repressão violenta não é a resposta num Estado que se pretende democrático.Reitero que a greve é um direito constitucional legítimo, que deve ser protegido, tal como se protegem, e até se financiam, manifestações a favor do partido no poder, dentro e fora do país. Não podemos aceitar dois pesos e duas medidas.
É também fundamental que os organizadores das manifestações estejam atentos e bem organizados, para impedir que grupos instrumentalizados comprometam a legitimidade das suas acções.
Casos como a invasão de supermercados não refletem a essência da manifestação pacífica e consciente que se tem verificado em Angola, sendo antes indícios de possíveis tentativas de sabotagem por esses grupos instrumentalizados.
Vivemos uma grave crise social e económica. Mas o problema mais profundo é a ausência de diálogo, de concertação e de escuta. Um governo que ignora os apelos do seu povo e responde com arrogância e repressão perde a sua autoridade moral.
Estou alinhado aos milhões de angolanos que desejam uma Angola mais justa, inclusiva, próspera e democrática, estarei sempre do lado do povo a denunciar abusos e a defender os seus direitos, a exigir responsabilidades e a propor caminhos de esperança.
O momento é difícil, mas não estamos sozinhos. A nossa força está na união, na consciência e na coragem de continuar a lutar por um país que respeite todos os seus filhos, sem discriminação nem medo.
Apelo à responsabilidade de todos os envolvidos. Mas o governo, principalmente, deve assumir as suas responsabilidades. A paz e a democracia não se constroem com silêncio forçado, muito menos com repressão; mas sim com justiça, diálogo e respeito mútuo.
Adalberto Costa Júnior
Presidente da UNITA
Também teve discurso de incitação directas por pessoas singulares.

Povo e Vândalo.
Uma outra forma de negar esta em confundir os vândalos, pessoas singulares que pilharam e criaram motins, com “O Povo”, toda a população pobre de Angola. As denuncias dos actos de Vandalismo feitas pelo ACJ foram apenas pro-forma, pois ele transforma os actos de vandalismo em “voz do Povo”.

A retórica da “Revolução inevitável” surge da necessidade que o grupo revolucionário tem de escapar sua responsabilidade por agitar os distúrbios, o revolucionário diz que os “vândalos agiram por instinto” Vândalos que atacaram e assaltaram pessoas que tinham direito legitimo de trabalhar.
Jesus, o Vândalo.

Jesus entrou na casa (templo) do Pai dele para retirar pessoas que realizavam uma actividade ilegítima (troca de moeda no lugar de culto), usando a violência suficiente (chicote). Jesus agiu de modo consciente.
Os Vândalos de Angola vandalizaram (destruir sem motivo legítimo) e roubaram a propriedade (lojas, carros, residenciais e hotéis) de outros Angolanos que tinham o direito legitimo de circular e trabalhar. Os Vândalos Angolanos agiram de modo consciente, afinal atacaram primeiro alvos que eram mais proveitosos, e preparavam seus actos com barricadas, seus actos nunca foram instintivos.
Uma comparação esta sem nexo, seria como chamar legitima defesa de assassinato, só porque se tirou vida nos dois casos e sem referencia a intenção do autor.
JLO, o Faraó.
Por isto sola escritura é um perigo em um país com analfabetismo funcional.
Moisés tinha literalmente uma garantia profética de Deus, mas aqui estamos a incitar os vândalos a “lutar até ao fim” esquecendo que aqui não há garantia profética. O espírito revolucionário é também uma religião civil, mas só que aqui mudaste de deus sem saber e ao se achar ainda cristão.
Ler sem entender o que se lê, tirar conclusões erradas , Por isto sola escritura é um perigo em um país com analfabetismo funcional.

Moisés tinha literalmente uma garantia profética de Deus, mas aqui estamos a incitar os vândalos a “lutar até ao fim” esquecendo que aqui não há garantia profética. O espírito revolucionário é também uma religião civil, mas só que aqui mudaste de deus sem saber e ao se achar ainda cristão.

Uma outra forma de negação foi a alegação do Sérgio Raimundo que “o aumento do “decretado aumento dos preços de combustível (e logo o gasóleo) e do táxi, não fazendo sentido, numa altura em que as populações passam as maiores carências no campo da aquisição de bens essenciais, podia significar o incremento da materialização do plano de criar a maior instabilidade no país [para permitir a permanência do JLO no Poder]”.

Jesus, o Vândalo.

Jesus entrou na casa (templo) do Pai dele para retirar pessoas que realizavam uma actividade ilegítima (troca de moeda no lugar de culto), usando a violência suficiente (chicote). Jesus agiu de modo consciente.
Os Vândalos de Angola vandalizaram (destruir sem motivo legítimo) e roubaram a propriedade (lojas, carros, residenciais e hotéis) de outros Angolanos que tinham o direito legitimo de circular e trabalhar. Os Vândalos Angolanos agiram de modo consciente, afinal atacaram primeiro alvos que eram mais proveitosos, e preparavam seus actos com barricadas, seus actos nunca foram instintivos.
Uma comparação esta sem nexo, seria como chamar legitima defesa de assassinato, só porque se tirou vida nos dois casos e sem referencia a intenção do autor.
Inversão da vitima e perpetrador.
O exemplo da inversão no quadro do DARVO foi o discurso do Gilmario Vemba sobre a “Verdadeiro Vandalismo”, usando a oportunidade para atacar o Governo denuncias de Corrupção antes de transformar os vândalos em vitimas da “péssima governação”, sendo que o verdadeiro vândalo seria o Governo, o verdadeiro perpetrador
VANDALISMO
O verdadeiro vandalismo é ignorar o grito do povo.
O verdadeiro vandalismo, é gastar dinheiro público em vários espetáculos e não resolver a mobilidade pública.
Vandalismo é aumentar o preço das propinas escolares quando quem governa não consegue garantir escolas para todos.
Vandalismo é gastar mais de 8 biliões de kwanzas num jogo de 90 minutos, quando faltam autocarros para mobilidade pública.
O verdadeiro vandalismo, é continuarmos a ter servidores públicos a enriquecerem de forma ilícita.
É aumentar o preço dos combustíveis sem garantir transportes públicos para pessoas e bens.
Temos que começar a nos perguntar quem é o verdadeiro vandalo. Quem realmente está a vandalizar o bem estar do cidadão angolano. Será aquele que grita todos os dias por um pouco de comida no prato ou aquele que assumiu melhorar vida das pessoas e não fez e ainda pior, ignora-o completamente?
Quando os jovens, sem emprego, sem esperança e sem oportunidades, resolvem sair às ruas, são apenas vandalos para aquele que lhes prometeu tudo isso.
Gilmario Vemba, texto publicado no Facebook no dia 28 de Julho 2025.


O uso do politicamente correcto.
Os apologistas do vandalismo usam da tactica da “politicamente correcto”, que significa adequar a nossa opinião e dizer apenas as verdades a opinião correcta necessário para levar a cabo a revolução pois o Partido já decidiu qual é a interesse genuíno, definido como a massa irracional e violenta, ou seja Democracia de voto Único. Esta politicamente correcto foi usado para impedir que as pessoas falam da destruição e dos roubos, e focar apenas nas mortes.
O Angolano gosta falar de “empatia”, mas só sentem empatia depois de ver o vídeo da morte da senhora da CAOP, enquanto que o risco de morte ao qual os outros Angolanos foram submetidos nos últimos dias suscitava pelo contrario farpas sarcásticas do tipo “teimoso sofre, fica em casa”, “assim és o melhor segurança do pais”, “bala acabou, bala acabou, lhe agarra”, e teve outras 21 pessoas mortas antes … hipócritas.
As mesmas pessoas que batiam palmas pelo saque das lojas, que foram possíveis porque os seguranças foram ameaçados de morte, motoristas apedrejados (se despistar capota e morre), policias apedrejados (pedra da cabeça mata) , tem vários vídeos, agora se sentem chocados que alguém morreu por acidente na intervenção da policia. O que achavam que iria acontecer ? A policia anda armada, o risco de morte por arma de fogo existe quando eles chegam.
“fica em casa, teimoso sofre”, era uma ameaça de morte, mesmo quando dita com o sorriso cínico nos lábios, agora todo mundo se faz de santinho.
Deveriam usar balas de borracha ? Nem sei, mas talvez deverias ter parado de agitar as pessoas a fazer vandalismo antes de vir brincar de especialista de segurança publica nas redes sociais.
Não podes criticar o Vandalismo, se não criticaste a corrupção.
As pessoas se acham muito espertas ao dizer que “não podes criticar o vandalismo se não criticaste a corrupção”.
Mais não nunca vi alguém incentivar e apoiar corrupção, do jeito que estou a ver pessoas a apoiar incentivar e apoiar o vandalismo… Até os corruptos tentam nos enganar que são inocentes.
Uma falsa equivalência, e uma tentativa de constranger a pessoa por meio de uma conclusão emocional.
Sociologia dos protestos.
Algo interessante da sociologia dos protestos de Luanda: Enquanto tínhamos vídeos em directo do Camama e do Golf2 por meio do tiktok, as arruaças de Viana nao tiveram transmissão em directo Seria por baixa popularidade do tiktok ? pobreza dos munícipes (poucos dados ou medo de gastar dados) ?

















