“Discriminação Capilar”, desta desta vez no Joaquina e Sumbe

Eclodiu mais uma vez uma polémica sobre a dita “discriminação capilar”, primeiro com um aluno no colégio Joaquina e Sumbe seguido de uma imitadora em uma escola publica, que deve culminar em um protesto dos activistas ligados ao “Crespando Angola”. Os argumentos usados para sustentar a polémica são desonestos, emocionais e talvez sintomas de uma síntese confusa, pulando de acusações de racismo e subserviência ao colonialismo, passando para argumentos constitucionais e as vezes desemboca em quem diz que a culpa é do MPLA.

A culpa é do MPLA, não é piada

Em caso de polémica é salutar relatar os factos de maneira simples e procurar a solução mais imediata e simples para resolver o problema, se existe um problema, que considera os direitos e obrigação das pessoas envolvidas.

Resumindo a mãe do aluno sabia que o colégio tem um regulamento, aceitou de maneira implícita o regulamento ao matricular o filho da instituição, sendo que não faz sentido falar em imposição, nem tão pouco de liberdade porque já existe a liberdade de ela escolher uma escola que tenha um código de conduta a seu gosto, liberdade esta que seria eliminada se o seu desejo de “liberdade capilar” for adoptado em todas as escolas, pois os milhares de pais que matricularam os seus filhos no mesmo colégio ao longo dos anos vão perder um lugar com um código de conduta a seu gosto. Porque no sistema actual existe de facto liberdade de escolha. A solução imediata, mudar de escola, esta disponível e não fere os direitos das pessoas envolvidas, a escola mantém o seu direito a definir o seu regulamento e a mãe mantém o direito de educar o seu filho a seu gosto, enquanto que a solução dos activistas consiste em mudar o colégio e todas as escolas de Angola para que adoptam o seu estilo capilar, em nome da liberdade. Percebem a confusão ?

A Escola tem o direito de definir o seu regulamento inteiro, que é apenas uma lista de caprichos, como dizem os activistas, mais um Ethos que se quer transmitir aos alunos, um conjunto de condutas, hábitos e disciplina que o aluno absorve pela pratica durante os anos em que frequenta na Escola, sendo que se for a educação . Os activistas capilares não percebem que isto é parte da educação, reduzem esta apenas ao conteúdo dos programas. A educação é um processo de infusão de conhecimento e hábitos nas crianças, que leva também e requer uma certa ordem e consistência, pois a criança não possui estas duas coisas por mera questão de falta de maturidade. Por isto que as escolas tem regras de condutas, uniformes, e um calendário de actividades. O mero facto que a criança sabe que deve se conformar a um padrão de etiqueta, uniforme limpo e penteia o cabelo, é uma forma de educação pela pratica diaria de um ritual. A sociedade de modo geral também educa as crianças desta maneira difusa. Sendo que se um pai não admite que seu filho use tranças ou cabelo crespo, ficara mais difícil manter esta linha de educação se este estuda em uma escola com crianças que usam este tipo de cortes. Ora o direito deste pai de escolher esta forma de educação é negada pelos activistas capilares.

Este descaso pelo direito de escolha de quem concorda com o regulamento da Escola é evidente pela linha de argumentação usada pelos Activistas contra a dita “Discriminação Capilar”, pois querem paralisar seus oponentes e plateia pela vergonha, insinuando que quem seja contra eles é um racista, alegando que todas as escolas tem um branco ou mulato que não penteia o cabelo quando estes são menos de 2% da população, um alienado, nas palavras do professor Isaac Paxe, um defensor do sistema colonial, que seria a origem destas regras, que serias um “negropeu”, ou simplesmente um burro. Ora voce não quer ser uma destas coisas pois não ? Então pare de pensar. Isto não é uma forma de argumentação que respeita a inteligência das pessoas. Pois não há realmente desejo de dialogo, mas imposição de uma vontade, para que nos conformemos ao modelo que os activistas querem, modelo este que eles tem o direito de escolher no sistema vigente. Alias eles se outorgam a prerrogativa de definir o que é Africanidade, para eles cabelos crespos ou despenteados, porem eu gostaria de saber se receberem um alvará divino para tal serviço. Sobre a Africanidade, primeiro devemos saber que historicamente existiram centenas de estilos de cabelo Africanos em Angola, porem os activistas se lembram apenas do menos estético e higienicamente questionável, pois existiram modas de cabelo baseado no corte e no pentear. Segundo que a cultura não é um dado fixo e imutável, quando na verdade ela é o condensado de escolhas que deram certo, ou seja cada um molda a cultura pelo que faz no presente e pelo sucesso ou fracasso de suas acções no futuro. Isto significa que o vosso direito de argumentar e fazer activismo contra a “Discriminação Capilar” é igual e proporcional ao meu direito de defender a “Ordem Capilar”, a estética e o bom gosto, tentar vencer o debate de antemão pela insinuação difamatória apenas trai a vossa fraqueza.

Um dos argumentos mais estranhos dos Activistas Capilares é que deve ser combate esta suposta discriminação pois ela é permitida pelo MPLA, que representa para eles o Mal, ou seja estão a combater o MPLA, e claro que você não pode defender o MPLA, um jovem tão inteligente como tu, ao menos que sejas um privilegiado ou que odeias as pessoas que comem no lixo. Resumindo estamos diante da mesma tentativa de paralisação pela vergonha. Não vem ao caso o que seja o MPLA ou sua natureza maniqueísta, para mim o que importa é esta ideia que o estado de coisas de uma sociedade é resultado, e logo responsabilidade, exclusiva de seu governo. Por ventura uma vez um conhecido me disse que a burrice dele era culpa do MPLA, e que se fosse corneado pela mulher seria também a culpa do MPLA por ser o governo de Angola. Esta visão sobre estima o poder do Governo, e alias por isto que as pessoas usam a palavra “sistema” para descrever a sociedade, imaginando que a sociedade é uma maquina criada de forma precisa para favorecer Sicranos e prejudicar Beltranos para garantir o Poder dos Hectranos, alias o próprio MPLA cultiva esta imagem do governo como motor da sociedade, pois é normal o quimbadeiro sobrestimar os seus próprios Poderes para explorar a credulidade plateia. Usando uma metáfora, o Estado é menos um barco a motor diesel que pode viajar aonde seu capitão deseja ir por mera força de vontade, mas sim um barco a vela e remo que tem meios de captar forças existentes para chegar ao seu destino e mesmo se contrapor a elas por um tempo, mas não é totalmente livre delas. Colocando de forma sucinta, um Líder não controla todos os factores que influenciam as suas escolhas, alguns são de ordem internacional que ele não pode ignorar ou mudar, outros são de ordem local que ele não pode facilmente mudar ou que recebeu. Ele esta a governar um povo que existe, de onde pode tirar uma turma de colaboradores e adeptos, que apesar de serem sujeitos a seu poder de sugestão tem uma vontade própria que pode ser contraria a dele. Claro que isto é ultrapassado em países totalitários em que o Estado destrói todas as formas de resistências pessoas e colectivas a suas ordens, porem Angola falhou na tentativa de criar este processo. Sendo que o Estado Angolano é em si um reflexo da sociedade Angolana, mesmo que for parte dela, só que esta ideia é rechaçada porque traz consigo uma sugestão de responsabilidade individual, pois se o meu filho é delinquente porque não tem empregos no pais então ele não é delinquente porque eu fui um pai ausente que foi incapaz de o educar.

No final a questão aqui não é a educação das crianças mas a auto-estima de adultos que usam as crianças para validar o seu modo de vida. Na verdade nada disto é novo, pois a actual Elite Angolana também se revoltou contra a moda e boas maneiras de sua juventude, deixando seu cabelo e barba crescer de modo revolucionario para se parecer com Fidel Castro.

Incitação do MEA, usando uma foto normal em sua propaganda.

O dito “Movimento dos Estudantes Angolanos” atirou lenha na fogueira, atiçando a alegação racista, usando uma foto do menino de cabelo normal em contraste com um aluno branco que nem estava presente no incidente.

Esta revolta capilar se enquadra em uma tendência da cultura Angolana para se revoltar contra a ordem, neste caso o regulamento do cabelo, mas também teve a revolta contra o código vestimenteiro quando o Luaty reclama o direito de andar de calções em instituições publicas.

A ministra da Educação Respondeu a polêmica com um documento que tenta agradar a todos, concedendo a vitoria ideológica ao activistas capilares ao aceitar uma “aceitação da diferença”, antes de reconhecer o direito das instituições de ensino de definir seus regulamentos internos. O ponto essencial do ataque dos Afrocratas capilares nem foi abordado pela ministra: A liberdade das Escolas de gerir suas actividades e a liberdade dos pais de escolher a escola que combina com a cultura que querem que seus filhos tenham, ambas que são destruir por esta “liberdade capilar” que tem que ser uniforme a nível nacional como desejam os activistas.

A reportagem da TPA sobre o assunto é simplesmente uma defesa da tesa Africanista sem qualquer tentativa de contraditório, insinuando que se trata de uma medida “racista”.

Esta geração não pode falhar, porque ja é falhada, e terá uma velhice interessante vivida em parte nos prantos, pela oportunidade perdida, pois gasta com idiotices, e o medo da violência da futura juventude que treinaram a não respeitar a ordem e ser sedenta de revolução, que na pratica significa a destruição repentina de uma ordem pelas pessoas menos capazes de a substituir.

Discriminação Capilar

27 de Setembro de 2022: Mais um caso da campanha Afrocrata contra a discriminação “Liberdade Capilar”, desta vez o Colégio Joaquina e Sumbe.

Esta questão é uma questão de autoestima e afrocentrismo, que vigora na cultura Angolana desde 1961 e cria casos de racismo em qualquer ninharia, uma forma de disfarçar um ódio, pois juram que o estes cortes de Cabelos seriam africanos e que as regras de higiene seriam sintomas de “colonialidade”, provadas pelos seus colegas mulatos e brancos que assistem as aulas com cabelos longos, coisa que todo mundo ter visto em um pais com menos de 4% de população Europeia e mestiça de Europeus.

Porem mesmo em Angola, ainda existem pessoas normais.

Arquivo: AH POIS… GIVE ME A BREAK

AH POIS… GIVE ME A BREAK

Hoje falar a verdade contra a UNITA é ser amigo do MPLA e é estar contra o Povo , a ideia é mostrar nos a todos que a UNITA é o povo , o Povo é a UNITA , não sei depois da vitória da UNITA um dia que tipo de País teremos, onde todos devem ser Mr. YES; da democracia na diversidade para a democracia no totalitarismo absoluto, todos num lado !

Não é assim que se muda e se reergue um Estado, isso é fanatismo e nem todos temos a mesma doença!

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Em 1975 os vossos pais fizeram o mesmo obrigando a todos gritar viva Neto hoje já não se aguentam!

– Mas a memória é tão curta para os poucos , esqueceram-se de que foi assim que o MPLA dominou-nos todos logo ao chegar no poder dizia : QUEM QUE MANDA ? É O POVO , O POVO É O MPLA , ao passar 47 anos vocês querem ressuscitar de novo está mer … .d, e acima de tudo obrigam-nos a apoiar isso !

– O POVO É O MPLA , O MPLA É O POVO

– O POVO É A UNITA, A UNITA É O POVO

Nos 33.933.611 milhões de habitantes que temos quantos foram registados para o voto? Quantos votaram para a UNITA quanto não votaram? De onde vem o cálculo e a dimensão dos eleitores da UNITA serem o POVO em geral?

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Nem sei onde voces andam a ir tirar a diferença entre o MPLA e a UNITA querendo tirar um e deixar o outro.

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Quando formamos partidos Políticos os tais grande não ajudam, nem apoiam, nem empurram, o que fazem logo e enviar seus corvos das redes sociais atacar :

– partidecos

– sem pernas para andar

– partidos satélites

( até aqui deram conta mesmo quem não era satélite, os satélites foram rapidamente legalizados com bolsos cheios e nós continuamos no aguardo),

Agora que tudo caiu na zebra querem que todos nós apoiemos a causa do único Partido da oposição , agora precisam do apoio dos partidecos, apoio de sem pernas , apoio de satélites ?

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Nunca se esqueçam que todos eles são produtos da mesma calabaça ( socialistas ) só que um pela Rússia e Cuba e outro pela China !

Já que não existem Partidos em Angola só tem dois o Regime (MPLA) e a oposição (UNITA) então aguentem aí com o vosso MPLA , os demais são partidecos, só que esquecem que vão necessitar mil viagens no estrangeiro de joelho a busca de suporte e para tal, terão que passar por nós , pois aqui somos grande, tudo o que fizerem nos será informado e nos será requisitado a opinião aqui somos devidamente legalizados!

Onde não corre água nem luz, somos partideco.

Onde a luz fica acesa o ano todo somos tidos com reverência e consideração.

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para a vossa alegria:

VIVA A UNITA — Vivaaaa

VIVA ADALBERTO (PR da República) — Vivaaaaaa

VIVA ANGOLA — Vivaaa

VIVA AFRICA— Vivaaa

Sem esquecer novo slogan

VIVA AMERICA (nossos advogados)— Vivaaaa

VIVA EUROPA (nossos advogados)— Vivaaaa

Está bom assim?

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– 2027 vai ser necessário outra força política à frente dos destinos de Angola não acho normal continuar fazer a mesma coisa e querendo resultados diferentes ( pois este clamor de terem vencido nas urnas e não lhes ter permitido de serem governo não parte de hoje e já vão 30 anos com o mesmo som de um gira disco arranhado :

ganhamos mas fomos roubados…

ganhamos mas fomos roubados…

ganhamos mas fomos roubados…

– pois vão sempre ganhar e serão sempre roubados!

Meu problema é único: quero sair numa ditadura e entrar numa outra e pior.

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– Não quero sair na governação de um partido fundado nos anos 60 para entrar num outro Partido fundado nos anos 60.

-Não quero sair de um Partido que tem histórico de crimes para entrar num outro Partido que tem histórico criminal a nível de África.

o meu cérebro ainda funciona!

Give me a break

KARL MPONDA

(Homem Libvre)

Movimento de União Nacional

M. U. N.

Partido Nacionalista Conservador de Direita

Angola 2022 Electon: The Third Angolan Revolution, UNITA Plan

The 2022 election is wrongfully painted as a democratic contest between the Rulling MPLA party and the Democratic Oposition led by UNITA, it is in fact a life and death struggle between the forces that led the process of nation building of the Angolan State and those was that Total Power to recreate the State, since they see the first as not being suficiently African, in culture and etnicity, “Nacionalists of Colonial Sucessions” instead of “Panafrican Nacionalists” as General Numa, UNITA chief Strategist for what he dubs “The Third Angolan Revolution” (TRA), which is the party plan to gain power in 2022, outline in a 2019 speech to a gathering of all oposition forces, activists and NGO, that where invited to be partners and where finally joined openly by dissidents of the MPLA Justino de Andrade and Marcolino Moco, and maybe covertly by the sons of the ex-president JES.

Numa speech on the TRA

Numa advocate a “cultural revolution” that would finally force everybody to think like an African, like it was done in China at the cost of millions of deaths that was worth it since they are finaly Chinese. UNITA second source of legitimacy is that its traditional Ovimbundu ethnic group is the biggest in the country, representing 35% of the population while the MPLA Kimbundu are 25%, however this doesn’t take into account the Urban Angolans that have a nacional identity. This is why this is a existencial threat to the MPLA, which cannot just quietly go into the night.

The plan sought to destabilize the government by a series of sequencial strikes, violent street protests, justified by people like Moco because “the government policy is itself violence already”, and fomenting or justifying vandalism, to culminate in a kenya style post-electoral crisis, that would allow UNITA to gains power, it has been busy in the last month in casting doubts on the electoral process and is trying to incite riots around polling centers, maybe in a bid to swamp the security forces.

UNITA is not interested in a Democratic Election, it has historically dismissed smaller Parties as a MPLA ploy, seeking instead a direct match up, it has not publicized the results of its paralel counting for the last electing since maybe confirmed its defeat against the MPLA, 51 against 35% according to the counting done the Jikky Project done by Luaty Beirão on a much smaller sample.

Results of the 2016 election accoding to the JIKKU project

Finally because it refuse the legitimacy of the state and seek to create a new one from scratch. They don’t seek a Democratic transition as it was done in South Africa, they want a total Change as it was done in Zaire with the fall of Mobutu. Since “all problems will be solved by UNITA”, any price paid to elevate it in power is legitimate.

What will happen ?
The old age of most people involved on both sides, most have between 60 and 70 years, means that this is their last rodeo and chance to be actors, so they are showing a radical posture that could raise the stakes, but at the same time the next generation of leaders, Adão de Almeida and Massamba Savimbi, might not be keen in final show-done yet, except maybe Luaty Beirão who believes that the people is at the cusp of revolt.
The occurrence of riots is in the interest of both the MPLA and UNITA, for the first would like images to discredit the second, while the second hope that a general revolt require just an initial spark.

There are 3 scenarios:
1- Brazen MPLA victory with super-majority and obvious grass rigging of the poll, to provoque UNITA to carry its plan out so that it can be destroyed in a crackdown, with the possibility that a weak UNITA show of force would make it lose face.
2- Minor MPLA victory with a simple majority, closer to the true results of the polls, with growth of minors parties, that would divide the moderates and radicals of the FPU and expose UNITA to the role of the anti-democratic force in case it still carry out its plans of revolt.
3- A Coup of a MPLA faction in support of UNITA rioters, out to claim victory at the polls, be it real or imagined, the most dangerous scenario as it would signal the start of the disintegration of the Angolan State.

This analysis is not a defense of the MPLA, but of the Angolan Nacional project, for having witnessed the fall of the Zairian State under the escuse of removing Mobutu Sesseko and creating a democracy, I fear that the same is being done in Angola, with the same result of regression to tribal fighting and extermination of the last signs of civilization.

Porque que os reis existiam no passado e porque que existem hoje ?

Porque que os reis existiam no passado e porque que existem hoje ? A Oposição acusa o MPLA de manipular o poder tradicional depois da destituição do Rei do Bailundo e agora o ACJ se arrasta diante do Rei dos Lunda-Tchokwe, porem qual é a relevancia real destes reis e regulos ?

No Congo parte das autoridades tradicionais transitaram para a política, e no Japão se transformaram em Elite Política e industrial, não por presente de políticos mas pelo simples facto de serem a elite natural de seus respectivos países.

Porem existe um momento em que esta elite oficial para de ser a elite natural e cede o lugar a outras elites, creio que isto é caso deste “reis” e sobas Angolanos, seu tempo ja passou e apenas vivem das glorias do passado, sei que isto pode chocar algumas pessoas porem estes reis não são um dado perene da natureza, o Reino do Kongo començou com Nimi a Lukeni por volta de 1400 e deixo de existir em 1760, sim tem pessoas que se reclama do antigo reino e até tiveram uma tentativa de voltar ao poder por meio da FNLA porem foram derrotados.

A Elite serve o seu povo, e deixa de ser Elite quando deixa de servir o povo, isto pode ser de modo material ou apenas moral, porem a natureza não permite o vazio.

Um esboço em construção

A origem emocional da ideia Afrocrata.

Os argumentos dos Afrocratas não são de origem intelectual, nem mesmo de “independência intelectual”, são de origem emocional de um reflexo adolescente de rebelião contra a mundo e afirmação de sua autoestima, que os leva a lutar contra qualquer sugestão de inferioridade: A pobreza actual de África não importa porque os Africanos do Egipto Antigo inventaram tudo, Angola não foi descoberta porque já existiam povos em Angola, e coisas do género.

Se já notaram esta luta pela sua afirmação é igual ao adolescente, que relativiza todos os critérios do mundo adulto ao qual é sujeito: melhor notas na escola não garante competência no trabalho, as tradições são caducas, estamos em 2022, e até se sintetizou em um supostos “supremacismo dos mais velhos” chamado de “adultismo”.

É uma busca da relevância pelo o que se é na sua essência, e não pelo o que se faz agora no presente como acontece com os adultos, é alguém que quer usar o cheque em branco para pagar todas as suas contas.

O adulto sabe que a vida é feita do bem e do mal, que é normal que a historia de uma pessoa, e ainda mais de um povo, seja feita de vitorias e derrotas, que isto é normal e que nada pode ser feito no passado para mudar isto e que é descabido se sentir vergonha no presente por algo que aconteceu e que não pode “desacontecer” e que não tem relevância para o futuro.

Uma vez destas o Lula da Silva, ainda meramente líder de partido de oposição, o equivalente moderno de um Santo Profeta da antiguidade , chamou então Presidente da republica do Brasil Fernando Henrique Cardoso (FHC) de “Filho da Puta” durante um comício transmitido em directo na televisão. Existiam tres caminhos para o FHC: primeiro fingir superioridade e ignorar a afronta, segundo reagir a afronta como um adolescente e deixar seus actos serem comandados por outro homem por causa de algo que não pode ser mudado, entrando em troca de insultos com o Lula, e a terceira que foi escolhida que consistiu a dizer ao adolescente Lula da Silva que a alegada condição de Puta de sua mãe não poderia afectar o amor filial que tinha por ela, é algo do passado que já aconteceu e não pode ser mudado.

Nos éramos e nos seremos são coisas de criança, que tal seres algo agora.

Tempo de Antena – 26.07.2022

O Tempo de Antena do PH foi uma salada de palavras bonitas, repetindo toda a hora “humanismo” e apelando ao voto feminino.

O tempo de Antena da CASA-CE repete a politica do ventre e o uso da pobreza como pornografia politica, prometendo “casa, emprego e comida”.

O tempo de antena do PRS foi dinâmico, porem virado apenas ao seu eleitorado do leste, com dança e discurso tchokwe.

O tempo de antena da FNLA foi os lideres do partido, todos velhos e cansados, não apenas fisicamente mais também em sua personalidade, com um narradora que fala em um sotaque estranho que parece uma parodia de “Angolana a querer ser lisboate chique”, tudo ao som de kuduro e com slogan de “mudança” igual a UNITA. Tirando isto perde tempo com legitimidade historica, dizendo que a FNLA liberou Angola e que Holden Roberto é o pai da Nação, sera que Angola ainda se importa com isto ?

O tempo de antena da UNITA faz uma pergunta interessante, porque que Angola é um pais pobre, e a responde da maneira mais idiota possível, porem sem antes mentir ao expectador que “angola é um dos poucos países de África que não consegue sair da pobreza” quando a maioria dos países do mundo são pobres segundo a definição da economia moderna.

Em seu tempo de Antenna a UNITA faz apologia ao crime classificando de “forma de sobrevivencia” o roubo de comida em carros de transporte, com imagens do caso arrozman que estava cheio de pessoas de classe media roubando sacos de arroz.

Programa da UNITA: Subvencionar de forma indirecta a comida por meio dos fertilizantes (reforçando a loucura), construir estradas (uma medida salutar), distribuir merenda escolar (afinal os pais precisar de mais dinheiro para beber), aumentar o salário da função publica e “melhorar sua qualidade de vida” (suborno eleitoral)

Tempo de Antena da APN abre dizendo que Angola é um pais jovem, diz que é uma força, e que pode ser resolver os problemas dos jovens pela “criação de políticas para ajudar os jovens Angolanos para realizar seus sonhos”, por exemplo pelo investimento em Agronegocio pois “Angola possui 58.000.000 de terras não cultivadas” e eu me pergunto se estas terras estão em que universo. O narrador tem um sotaque e cadencia de pastor da IURD.

Angola tem tudo para que o jovem pode realizar seus sonhos, sim concordo, porem a cultura Angolana tem o que é necessário para criar riqueza ou se sustentar ?

Tempo de Angola do P-NJANGO, com musica de banda sonora de filme de ação de Hollywood demasiado alto, prometendo progresso social. Tem que melhorar o marketing.

Tempo de antena do MPLA, toma credito pelo “controle da Pandemia”, cortesia da OMS, e um foco nos novos hospitais, que são uma “conquista da nação Angolana” e não apenas do “MPLA ou do presidente”, e “não queremos que isto pare”, ou seja mostra o positivo que foi feito e sugere que vai parar se o partido perder.

As pessoas que falam usam sotaques normais dos diferentes pontos do pais, a produção é a mais profissional de todos os partidos.

É cómico que todos os partidos estão a concorrer para “governar Angola” quando o formato parlamentar com voto em parte proporcional seria normal que os pequenos partidos (PH, APN,P-NJANGO, FNLA) fizessem campanha para promover medidas especificas, parece que ninguém percebeu que não estamos em uma eleição presidencial.

Parece que o Angolano ignora de propositadamente as regras dos jogos aos quais participa.

Angola Semana 23: Homens escravos das Mulheres, Adalberto Careca Mentiroso.

Um resumo das noticias de Angola Semana numero 23 do ano de 2022, uma escolha pessoal:

Homens escravos das Mulheres.

A família do cidadão de nome Dilermando Casimiro Diler acionou a Policia Nacional depois deste estar desaparecido por por alguns dias, porem este teria simulado, alegadamente, simulado o “sumiço” para estar no bem bom com a namorada, fora de rede, dentro de um resort. Será que os homens Angolanos tem tanto medo de mulheres, que não conseguem dizer a suas homens que eles não podem dormir fora de casa por terem mulher ? As Amantes parecem gostar de exigir este ritual de humilhação da esposa para se sentirem poderosas.

A Mulher do Diler recebendo uma dose de Facebook.

O Acontecimento serviu para mais um episódio do racismo histérico de cor Angolana, quando alguns alegaram que o caso do Diler teria sido priorizado por ele ser mulato, contrariamente a outros desaparecidos.

O Racismo é analfabeto, pois ele queria dizer “parcialidade” a favor dos mulatos, porem escreveu “imparcialidade”

Adalberto Careca Mentiroso.

O ISEP confirmou à SÁBADO que ACJ não terminou a formação, sendo que o interessado, ao invés de responder com provas, responde com conversa afiada. Fala só se é verdade ou mentira, os carecas gostam de conversas longas porque ?

O Marcolino Moco quebra seu dever de lealdade a verdade, como intelectual honesto, revelando suas cores de adepto do sofismo e do “tudo vale” para tirar o MPLA, questionando a “relevância da mentira de ACJ diante da gravidade das mentiras de JLO”. Porem ACJ cometeu falsidade ideológica, se apresentando durante anos com um titulo que não é seu, mentido sobre sua própria pessoa, e não sobre promessas ou dados económicos que podem ser sujeitos a interpretação.

Resposta de Marcolino Moco ao meu comentario.

Uma outra forma de defesa de ACJ, que se sente no artigo de Marcolino Moco é tentar fazer uma apologia da ignorância, um novo Lula que deve ser louvado por ser um homem sem estudos superiores, porem não é um sentimento honesto.

Os burros no poder ? Estamos cansados com os Diplomados !

As reacções a esta noticia apenas prova que o Angolano não esta interessado com a verdade, apenas a ter razão, pois agora que tem provar que o ACJ não é engenheiro, ou seja que mentiu este tempo todo sobre si por vergonha de sua realidade ou egocentrismo, agora alegam que não é necessário ser engenheiro para ser candidato da UNITA e presidente da Republica, ou que o Lula foi um grande presidente apesar de ser um analfabeto, efectivo e funcional.

Querem entregar o Poder do Estado a alguém que tem vergonha de sua própria vida e historia ?

Ernesto Manuel E se vocé não se importa que o gajo mentiu, esta fixe, cada um tem o direito de ser fanático, agora transformar a coisa em uma apologia do “Poder aos Burros” em simulacro apressado de Lula é o cumulo.

Quando o JLO acertou, de modo acidental, que a UNITA estava pronta a tudo para chegar ao Poder, pois parece que sacrificaram seu senso de honestidade pessoal, o que é um sinal de fanatismo, pois os dados da realidade são menos importantes do que o desejo de vencer.

Poderia ter sido uma boa oportunidade de por fim a febre de “doutaramania” da nossa cultura, que foi denunciada pelo malogrado Sr Mampuya no Folha8, que deveria passar pelo fim do titulo automático por meramente fazer o curso Superior antes de ter provado competência na área de estudo, talvez deveria existir “formado em Engenharia” e “Engenheiro”.

Texto de Marcolino Moco, para referencia:

Da brincadeira à seriedade, Marcolino Moco.

Deixem-me iniciar a brincar um pouco, mesmo que me venham a chamar de “velho sem juízo”. Como nos chamam alguns jovens, como se não viessem a envelhecer também. Volta-se a falar do diploma de ACJ, para os do “outro lado” berrarem que precisam de ver também a mesma papelada, em relação a JLO. Não faltam os da terceira via que clamam, isso sim, por experiência e sabedoria que os dois deveriam exibir em debate a dois, na TPA e TV Zimbo, estes que são os mais emblemáticos canais televisivos da nossa praça. Ora, dessas teses todas, resulta que o eleito para futuro PR deveria reunir a mais alta qualificação em canudos e muita experiência para aguçar a inteligência. Sem desprimor para muitos (o Doutor França Van-Dúnem nunca se mostrou interessado para essas coisas de encabeçar listas e o Doutor Alberto Neto, de tanto ser excluído, já não fala mais nisso), nessas condições só vejo eu, MM, Doutorado em Direito, na Universidade Clássica de Lisboa (ouçam bem “clássica”!) e o o Doutor Carlos Feijó (CF), Doutorado na Universidade Nova (novíssima!) de Lisboa e, os dois (aqui também devem ouvir muito bem!), na especialidade de Ciências Jurídico-Políticas. Nosso azar é que nenhum partido ou coligação se lembrou de nos convidar para seus cabeça-de-lista. Mas, haveria uma solução. Com todos os poderes à disposição da veneranda juíza conselheira Dra Laurinda, Presidente do TC, MM poderia ser colocado à frente do partido Onjango e CF na do Partido HUMANISTA, já que, mesmo que eventualmente @s Dr@s ou Engenheir@s Dinho e Bela Malaquias se tenham já doutorado, não terão tanta experiência política como nós (MM e CF) rsrsrsrsrsr…..

Agora falando a sério! Será que os mesmos órgãos de comunicação e com os mesmos patrões angolanos e portugueses, que previram que o “sistema” havia de combater Adalberto, “até à exaustão”, passam, nesta fase, a participar no mesmo combate sem quartel?

Por mim, enquanto o país não chega ao nível de Portugal ou Espanha, onde se dão ao luxo de ir investigar os canudos ou não canudos dos políticos ou onde o Rei Emérito terá ou não terá ido caçar, em alguma altura, continuarei a pensar sobre como fazer Angola funcionar melhor para os seus filhos. Acabar com a exclusão do “outro”, só porque é “outro”; acabar com a concentração e centralização dos poderes quase que numa só pessoa; estabelecer as autarquias; separar e dignificar todos os poderes da soberania do Estado; respeitar os direitos fundamentais e a dignidade dos cidadãos nacionais e estrangeiros honestos; perdoar o passado e evitar os mesmos erros no presente; construir estradas não descartáveis para o sangue do país circular melhor nas suas veias e artérias, este país vastíssimo e rico que chega para todos. Isto não tem de depender do canudo de uma só pessoa; será tarefa de todos, no dia em que nos libertarem de ideias mesquinhas. Claro que um PR com tantos poderes que a constituição actual lhe atribui, pode lançar o mote. Mas não precisa de ser “doutorado” ou “engenheirado. Sejamos pragmáticos e pensemos na nossa realidade.

Ana Dias Lourença prova que é filha da Eva.

Foto de Eva sorrindo ao entregar a maçã do bem e do mal, que recebeu da serpente Bambila Diabo, ao nosso Pai Adão no Jardim do Eden … Amar é ter a paciência de perdoar a tua mulher, mesmo quando a filha da Eva tenta te arrastar no erro do Falso Profeta Bambila !

Uma critica lucida contra o Kuduro

SOM NÃO “COMESTÍVEL”

“Batatinha frita…/ um, dois, três…/ Batatinha frita…/ um, dois, três…”

Soa, terrivelmente fanhosa, a voz de um certo “cantor” (as aspas são propositadas), que reprovaria na certa se fosse submetido a exame de acesso a um conservatório. E é na televisão nacional de maior audiência que ouvimos a tal “canção”…

“Eu fui na praia/ e encontrei um macaco/ a comer banana…”

E lá continua o tal cantor a entupir-nos os ouvidos com aquilo que não é música nem nada. Sempre na mesma estação televisiva que atrai multidão. Mas tem sido assim também nas rádios.

Mas o ponto agora é: sabendo que temos ouvido coisas piores que nos dizem tratar-se de música — e algumas com letras que apelam ao sexo explícito “ao tirarem e meterem” –, apetece-me perguntar se não é hora das autoridades fazerem sair uma portaria que trave esta onda de anti-cultura.

É que este tipo de “música” está a causar distorções no desenvolvimento dos nossos meninos e meninas, ao concorrerem com os conteúdos que eles aprendem na escola e nos lares.

Mesmo os mais crescidinhos vêem em tais “cantores” modelos a seguir, o que também atrapalha o seu desenvolvimento cognitivo e intelectual nos estabelecimentos de ensino convencional.

Não admira que muitos se expressem mal e apenas passem a vida a contorcer o corpo. Cantar e dançar aquilo que nos parecem ser, decididamente, géneros menores de arte, passaram a ser o zénite das aspirações de um número consideravelmente grande de jovens angolanos.

É terrível o discurso, baseado em “bifes”, que eles destilam nas plataformas sociais. Dobrando, apenas saem asneiras, palavrões e calão de muito baixo nível.

Portanto, que o mal não está todo na música que consomem, isto é verdade. Pois são muitos os factores que concorrem para esse estado de coisas. Mas a música é, claramente, um dos males que estão mais a mão. Pelo que pode e deve haver, sim senhor, algum tipo de “censura” nesta matéria. É preciso fechar imediatamente esta porta!

Se aos DJ’s de emissoras de rádios não for dada rédea solta para passar, nos seus programas, géneros musicais que só significam um atraso de vida, muito provavelmente os nossos jovens verão reduzidas as formas de acederem a eles. E também não entrariam com tanta facilidade em nossas casas.

Temos de convir que todo o som é audível. Mas nem todo o som deve ser “comestível”.

Por: Severino Carlos

João Pinto fala alguma coisa de jeito, e vai ao contra-senso do efeito manada generalizado em Angola que pede aumento de salários em empresas publicas e privadas, enquanto que as receitas do Estado e produtividade estão estagnadas.

Teorias da conspiração sobre o covid:

Foi previsto pela serie X-Files, ou seria apenas programação do imaginário ou uma conclusão lógica ?

X-Files previu a vacina ?

Alguns dos teóricos da conspiração concordam:

Uma maquina de modificar o DNA da Raça Humana.

Resumo Semana 21: Línguas Africanas e Afrocratas histericos.

Esta semana teve novas emanações histéricas da corrente Afrocrata Angolana, sobre o ensino das línguas Africanas nacionais e as ditas “autoridades tradicionais” querendo mais dinheiro publico.

Centenas de pessoas reagiram com criticas a esperança da Sharam Diniz que “fosse ensinado Ingles na escola primaria”, alegando que seria melhor que se ensinasse as línguas nacionais e se provasse que “as línguas nacionais causam atraso económico”.

Uma das criticas contra a Sharam
Sharam tenta explicar seu ponto de vista.

Porem a critica mostra que existe uma falta de perceção das causas da regressão das línguas Africanas em Angola, pois os Congos Brazzaville e Kinshasa nunca tiveram ensino de línguas maternas na escola, porém maioria da população fala pelo menos lingala, pois existe uma vontade popular para se falar as línguas no dia a dia e seu uso massivo na cultura. Isto apesar do facto da campanha de Escolaridade em massa e a assimilação cultural ser muito mais massiva no Congo Kinshasa, indo a contra-mão do preconceito Afrocrata que Angola sofreu uma forma de genocídio cultural. Porem reconhecer este facto supõem assumir uma responsabilidade individual, algo que o Angolano odeia e foge a qualquer custo, preferindo delegar a iniciativa social ao Estado.

Na verdade o governo Africano coincidiu com uma crescente Ocidentalização da cultura Nacional. Isto aconteceu em parte porque o MPLA não tinha uma maioria Demográfica (por volta de 30%) e por isto não podia impor a língua Kimbundu as outras etnias sem causar conflitos desnecessários, sendo mais razoável promover o ensino da língua portuguesa como factor de unidade nacional. Outro motivo do recuo das línguas Africanas foi o assentamento Africano das cidades depois da independência, feita ao acaso e sem que haja uma massa suficiente de falantes que permite o aprendizado das linguas Africanas pelas crianças de modo comunitário, com a excepção das comunidas Congolesa e de Regressados Angolanos nos Bairros de Palanca e Mabor.

Sem perceber os motivos do retrocesso das línguas Africanas em Angola, os Afrocratas propõem soluções inadequadas, pois o sistema de ensino ineficiente de Angola seria incapaz de ensinar as línguas em proficiência suficiente para seu renascimento.

A Sharan apenas disse o óbvio, língua inglesa abre portas para meio mundo e o bilinguismo desenvolve a inteligência.

Outro delírio Afrocrata foi a proposta do “rei da Baixa de Kassanje que as autoridades tradicionais angolanas tenham representação na Assembleia Nacional, para que as preocupações da população sejam levadas ao Governo”, que vai permitir institucionalizar de modo permanente o subsidio que elas recebem actualmente por seu trabalho de cabo eleitoral e pacificadores a soldo do governo central, antes colonial Português e agora Africano. Deve se entender que Os Reinos Angolanos e os Sobados perderam sua utilidade e lógica desde o século 19, nem fazem o mínimo para manter viva a sua cultural e língua, tirando o mínimo necessário para “ocupar” o trono, foram resgatados da irrelevância pelo Governo Colonial Português que via neles uma forma barata de ocupar o território por meio de acordos que tinha aparência de legitimidade. Esta desintegração dos esquemas tradicionais de poder iniciou com o Reino do Kongo, e se exprimiu de forma constante em Cabinda e nas Lundas, sendo que continua hoje a medida que continua a penetração económica e tecnológica Ocidental. Mesmo que haja uma continuidade Africana no interior, a tendência é maior Angolanização da Cultura, que poderia apenas ser vencida pelo peso demográfico do kimbo.

Na mesma semana aconteceu uma polémica depois da CSE-Soyo proibiu o uso de línguas nacionais pelos seus trabalhadores, depois de alguns terem sido vitimas de abuso verbal em língua nacional, porem isto interpretado pelas pessoas como uma proibição colonial e a clínica teve de se desculpar.

Comunicado interno
Pedido de desculpas da CSE