China esconde a gravidade da Epidemia do Coronavírus?

As redes sociais Chinesas apresentam um quadro muito diferente da imagem de “determinação e eficiência” apresentada pelo governo Chines, sendo que já temos o precedente da epidemia passada, causada pelo SARS em 2003, o governo Chines escondeu a escala e a gravidade do surto.

As denuncias feitos pelos internautas chineses são as seguintes:

  1. Os primeiros casos teriam sido confirmados no dia 1 de dezembro, porem as denuncias publicas feitas por jornalistas e internautas foram reprimidas pela polícia, sendo que varias pessoas disserem que tiveram de apagar os vídeos das primeiras vítimas sob ameaça da polícia. Caso o publico tivesse sido informado a tempo as medidas de proteção individuais poderiam ter limitado o número de casos e o famoso “hospital construído em 6 dias” poderia ter sido iniciado muito mais cedo.
  2. As medidas de quarentena implementada pelo governo chinês em Wuhan falharam porque pelo menos 5 milhões de residentes se ausentaram e nas horas que antecederam a quarentena, quando o vírus estava já fora de controla na cidade, cerca de 200.000 mil caros deixaram a cidade.
  3. As redes sociais chinesas tem milhares de postagens de pessoas gabando-se que conseguiram escapar ao controlo sanitário da temperatura, inclusive uma que publicava a partir de Paris, apesar de terem sintomas da doença
  4. Milhões de Chineses vão viajar nos próximos dias para suas cidades natais por conta do ano novo chinês para grandes banquetes, sendo que o potencial para novas transmissões será enorme.
  5. O vírus pode ser transmitido durante a fase assintomática de incubação, de 10 a 15 dias, o que permite aos portadores da doença escapar do controle sanitário e ainda infecta pessoas. Isto difere radicalmente de doenças como Ébola, mesmo Marburg e Cólera, em que a cadeia de transmissão pode ser quebrada facilmente mediante a sensibilização das pessoas para se manter afastadas de quem tiver sintomas e informar as autoridades para que os casos suspeitos sejam recolhidos e postos em quarentena, porem com o Coronavírus as pessoas próximas ao portados podem ser infetadas muito antes de ele manifestar qualquer sintoma.
  6. Dezenas de doentes que apresentavam sintomas antes da quarentena receberam como orientação de “ficar em casa”, porem, não estando sujeitos a qualquer tipo de controlo, dezenas viajaram e levaram o vírus para outras cidades ou mesmo países, como aconteceu para o paciente zero de Dalian que veio de Wuhan com sintomas.
  7. As atividades chinesas diárias, especialmente nos dias de ferias do ano novo, permite grande potencial de transmissão da doença porque as pessoas passam os dias em mercados “molhados”, que podemos comparar ao mercado do Trinta em termos de insalubridade mesmo em grandes cidades como Shenzhen, em que animais selvagens e domésticos são mortos e vendidos as centenas sem qualquer tipo de controle sanitários, para depois a noite as pessoas se reunirem em grandes banquetes em que partilham comida, sendo que estas atividades continuaram ate ao penúltimo dia antes da quarentena.
  8. Os médicos Chineses em vários posts em redes sociais ou mesmo mensagens para próximos, lamentam a ausência de equipamento de proteção individual em quantidade suficiente e a ausência de um tratamento eficaz, ao mesmo tempo que o atendimento de casos suspeitos em hospitais normais, em que as pessoas passam longas horas em filas de espera, esta a criar novas oportunidades de contagião

Diante destes oitos factos faz mais sentido as previsões de cientistas que o vírus já deve ter contaminado mais de 100.000 pessoas não são meras possibilidades estatísticas mais o reflexo da situação real na China. Sendo que como vários países não proibiram a entrada de chineses muitos fogem diretamente para países estrangeiros, sendo que eu pergunto o que faremos se algum contaminado chegar em Angola? Se Hong Kongo, província inseparável da China, colocou em prática severas restrições a entrada de se Chineses em seu território, talvez devemos pensar em algo similar.

Até ao momento não existem tratamento eficaz, sendo que os médicos tentam controlar a febre e reduzir a carga viral com diferentes cocktail de medicamentos, sendo que isolar as pessoas e decretar quarentena de varias cidades parece ser a única forma de reduzir o incidência do vírus.

Diante das dificuldades que a China, a muleta económica de Angola, esta a passar, diante da crise do Coronavírus, qual seria a nossa capacidade real de resposta?

Especialmente se o vírus pode viajar de forma silenciosa com um portador que infecta dezenas de pessoas que podem facilmente se deslocar de avião e de autocarro para vários pontos do Pais em poucos dias, estamos diante da possibilidade de uma crise maior que a Dengue, Ébola, e Cólera, conjuntamente, pois podemos ter dezenas de casos suspeitos em varias províncias. Prefiro que não sujeitamos o MINSA a esta eventualidade, mesmo que seja por mera simpatia pessoal …

Sendo que tenho três perguntas:

  1. Quantas pessoas vindas da China chegaram em Angola desde o início da Epidemia desde dezembro de 2019?
  2. Aonde estão estas pessoas?
  3. Quais são as precauções tomadas em caso que aparecer casos suspeitos?

Fogos florestais, distração distração na Amazónia e desastre em Angola.

Fogos florestais, distração distração na Amazónia e desastre em Angola.
Sei que o Ministro Joao melo disse que “Não é preciso dizer mais nada” sobre a comparacao entre os fogos da #Amazonia e de #Angola, porem a coisa acaba sendo muito mais grave para #Luanda e #Brasília a longo prazo do que parece.

A reação superficial do governo de Angola a comparação feita pelo Ministro do Ambiente Brasileiro  Ricardo Salles entre as Fogos no Brasil e as Queimadas em Angola, para se defender da acusação de Macron que a Amazónia era um património Mundial que o Brasil era incapaz de gerir e que “já não era hora para palavras mais para ações”, em uma clara ameaça a soberania Brasileira sobre a Amazónia, foi de relativizar os fogos angolanos como “procedimento, usual e secular, mesmo que já não aconselhável, dos camponeses para preparar a terra para o plantio e porque este a se fazer carvão vegetal em todas as províncias, sendo ambas praticas seculares”.

Ansioso de salvar a imagem do governo, o comunicado mostra que não entendemos o alcance do conflito entre Paris e Brasília e implicações para Angola. Ou talvez sentiram um impulso de jogar as brasas no Bolsonaro tendo em conta a ligação do MPLA ao caso Lava-Jato, por meio do BNDS e Odebrecht que afundou os seus amigos do PT?

A preocupação de Macron pelos fogos da Amazónia é obviamente um pretexto quando se sabe que o número de fogos de 2019 esta abaixo da média dos últimos 20 anos,  e que contrariamente ao que diz os fogos não são catastróficos, não tem incidência sobre o suposto aquecimento global de origem humana, e finalmente a Amazónia não é o pulmão do planeta porque 50 % do oxigeno do planete são as algas e os phytoplankton. Ora não há pressões internacionais para exigir da China e Indonésia parem de poluir os oceanos com microplasticos, que talvez destroem as bactérias que produzem oxigénio, ou que a Índia que pare de poluir o Oceano Indico com esgoto não tratado. Ambas formas de poluição acabam na dieta humana pelo consumo de peixe.

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O primeiro objetivo de Macron é pessoal e de curto prazo, e visa criar uma imagem defensor da Natureza em vista em vista da sua reeleição a presidência da Franca, porque esta em dificuldade depois das 18 semanas de protestos contínuos dos Gilets Jaunes o impediu de aplicar que aplicar a sua agenda de austeridade, disfarçada de “ecologista”, local que se baseava no aumento de impostos diretos sobre os combustíveis automóveis, aumento do preço da eletricidade, e aumento do Impostos sobre as horas de trabalho extra. Apesar de ter reprimido as manifestações, que culminaram em ate 290.000 manifestantes em 18 semanas continuos de confrontos, como um pacato ditador Africano, com a policia usando armas ditas não letais, como a LBD-40, que levou a amputação dos olhos de 24 manifestantes, a ferimentos graves na cabeça de 286 manifestantes, amputação da mão de 5 manifestantes, e na morte de um manifestantes, enquanto que 11 pessoas morreram em circunstancias diversas em torno dos conflitos, Macron teve de recuar em suas medidas. Apesar de ter evitado um colapso do seu eleitorado nas ultimas eleições Europeias não conseguiu destruir a posição eleitoral de Marine le Pen, sendo que o dossier da Amazónia pode lhe ajudar a somar pontos como ecologista entre os jovens e mulheres, e como a figura de uma Franca forte e Imperial no plano internacional entre os patriotas. Outra motivação pessoal que Bolsonaro humilhou Macron ao anular a reunião, a Amazónia, com o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros para ir cortar cabelo.

O segundo objetivo de Macron é local de médio prazo, e visa socorrer o PT e o movimento esquerdista no Brasil, que depois da derrota eleitoral esta agora a sofrer pressões judiciarias com a Operação Lava-jato que  viu o ex-presidente Lula preso, o candidato a presidente Haddad condenado por uso de fundos ilegais para campanha política, a fonte de fundos ilegais do BNDS encerada e agora o seu ultimo baluarte, os juízes do Supremo Tribunal Federal, serão vitimas de uma Operação Lava-Toga para averiguar suas responsabilidades na festa Petista.. Incapazes de atacar o Bolsonaro no terreno retorico do “combate a corrupção”, tendo em conta a sua cumplicidade no desvio de R$ 1.000 Bilhões (USD 259 Bilhões) pelo governo do PT de 2002 a 2016, a turma do PT poderá se socorrer de combater o Bolsonaro em nome da Ecologia ate que uma crise económica ou escândalo de corrupção possa lhes ajudar a recuperar parte do eleitorado. Basta ver as manifestações supostamente espontâneas da “Extinction Rebelion”, que na realidade são financiadas pelos mesmos bilionários, como George Soros, que financia financiam os políticos no poder, e o entusiasmo da media pela “ativista” Greta Thunberg, para se perceber o poder de mobilização das massas dos slogans ecologistas.

O terceiro objetivo de Macron é estratégico e de longo prazo, e visa minar Soberania do Brasil sobre a Amazónia, para contrapor a iniciativa do Bolsonaro de construir infraestruturas que possam integrar a região ao resto do território e movimentar tropas para sua defesa, como se viu um plano do governo que foi vazado. Além da biodiversidade e da Madeira, a Amazónia esta repleta de minerais e petróleo que podem transformar o Brasil em uma super-potência industrial no fim deste século, e também o potencial do agro-negócio Brasileiro esta em competição direta com o sector agrícola francês nos mercados Africanos e Asiáticos. O acesso a estes recursos pode ser impedido pelo expediente de “proteger a Amazónia” por meio de reservas naturais administradas por ONG “internacionais” controladas pelos Europeus, para depois serem extraídas a favor por Europeus no futuro mediante negociações com um Governo Brasileiro menos nacionalista ou pelo recurso a um clima de guerra civil anárquica similar ao que esta se passar com a RDC, em que toneladas de ouro e minérios preciosos são explorados por milícias usando trabalho escravo e depois exportadas de forma ilegal por contrabando via o Ruanda, só que no caso da Brasil os produtos poderão ser contrabandeados pelo Território Francês da Guiana que faz fronteira com o Brasil. Não é por acaso que este ataque contra a Soberania Brasileira sobre a Amazónia acontece na mesma semana em que os Europeus se insurgiram contra a proposta, que tem muitos méritos, de Trump de comprar a Gronelândia: tal como a Amazónia é um dos últimos territórios não explorados do mundo, e permite controlar parte do Oceano Ártico, e pode servir de fonte abastecimento de um futuro Império nascido da União Europeia, para se libertar do jugo Americano e enfrentar o nascente poder Chinês. Próxima paragem neste jogo de xadrez geopolítico será a Antártida.

Veja o artigo anterior:  Méritos de uma Gronelândia Americana

Diante deste quadro do ataque Imperialista de uma potência Europeia contra um pais irmão, a primeira preocupação do Governo de Angola foi de salvar a sua imagem, um comportamento um tanto irónico para um partido que se orgulha de ter lutada contra o “Imperialismo”. Porem esta falta autor-reflexão também os impede de entender a acusação de Macron, que não se resume apenas a existência de fogos na Amazónia, mais que estes fogos constituem um ameaça ecológica Mundial.

Ou seja a pergunta real nao e se os fogos da Amazónia sao comparecereis ao fogos de Angola, mais se os fogos de Angola criam um quadro de desastre ambiental quando comparado com os fogos da Amazónia, porem vamos ser menos ambicioso que o Macrocon, alcunha carinhosa dada pelo Filosofo Olavo de Carvalho, e nos perguntar apenas se as Queimadas em Angola constituem uma ameaça a ecológica para Angola.

O Comunicado de do Ministério do Ambiente Angolano foca no carácter secular da prática de queimadas para preparar o campo e da produção de carvão vegetal, e não deixa de ter razão que ambas foram praticadas durante séculos no território que agora constitui a República de Angola. O Problema porem surge do facto que estas praticas eram sustentáveis no passado porque Angola, a África Central Ocidental no seu geral, sempre foi uma zona de fraca densidade populacional por causa das doenças tropicais e de também das guerras entre príncipes africanos que podia esvaziar territórios. A escravatura tinha uma carácter duplo, porque se podia reduzir a população de um povo raziado e ao mesmo tempo aumentar a população de outros povos que compravam mulheres escravas para serem suas concubinas, como fizeram os Tchokwes. Deste modo sempre teve terras disponíveis a pratica de agricultura com queimadas, quando em outras partes do mundo a fertilidade dos solos dependia de uma pratica de agricultura rotativa, adubos naturais, como no caso do Nilo, adubos artificias ou obras de irrigação. Do mesmo jeito as florestas eram quase que uma fonte ilimitada de madeira para combustível de cozinha, basta se ler ate os relatos do populoso Reino do Kongo para se ver que a densidade de população era tao baixa que havia animais selvagens muito próximo aldeias, sendo que ate Mbanza Congo era mais próximo de um conjunto de aldeias do que uma cidade propriamente dita, e ate mesmo ver o de soldados mobilizadas nas batalhas entre príncipes Africanos, e entre estes e os portugueses,  era pequeno se comparado com as batalhas da África Ocidental e da Etiópia medieval.

Ora com a constituição da Colónia de Angola em 1914 Portugal integrou o espaço nacional com vias de comunicação e deu assim acesso aos Angolanos a Medicina Moderna e aos mercados internacionais de grão. Isto permitiu a população de Angola de passasse de sua media histórica de 2 a 3 milhões, regulada pelas muitas enfermidades tropicais, guerras, e carência causadas por secas, para os 31 milhões de habitantes atuais sem que a capacidade de produção de alimentos nacionais tenha aumentado, sendo que na maioria dos casos ainda usamos uma agricultura extensiva de baixa produtividade adaptada uma realidade de baixa densidade populacional e abundância de terras quando estamos a caminhar para um quadro de alta densidade populacional e carência de terras que requer uma agricultura intensiva.

Se a agricultura Angolana não progrediu durante os últimos 100 anos, exceto o breve interlúdio colonial, então como é que a população aumentou tanto assim? Porque as populações rurais que se mudaram para as cidades depois da independência foram alimentadas por grão importado pelo governo e pago com as receitas das exportações petrolíferas. Apesar de já não sofre as pressões sanitárias tradicionais e de não necessitarem de mão de obra para agricultura tradicional, esta população urbana continuou a ter filhos como se ainda estivesse no interior. Este problema de hábitos de reprodução rural em meio urbano  já era sentida no século 19 pela administração municipal de Luanda, e como naquela altura, leva a uma situação os recursos económicos ,que poderiam ser usados para criar infraestruturas que aumentasse a riqueza do território, são usadas para aumentar uma população que permanece pobre porque tem de se contentar com os poucos recursos que consegue produzir.

Dai que acabamos em uma situação em que Luanda tem 5 milhões de habitantes, e que 64% da população Angola é urbana. Outro fator no crescimento da população, além dos alimentos e medicina importada, é o acesso ao gás de cozinha barato, que permite reduzir o risco de doenças alimentar e consumir alimentos mais nutritivos, e de combustível barato que permite trazer esta mesma comida e combustível a zonas remotas que antes sofriam de deficit alimentar.

Sabendo estas informações, vamos refazer a pergunta: Queimadas em Angola constituem uma ameaça a ecológica para Angola?

Claro que os fogos angolanos são menos espetaculares que os fogos Brasileiros, porém como e que Angola vai alimentar a sua população, projetada a 77 milhões em 2050, com uma agricultura de queima com uma produtividade insuficiente e que destrói os solos, ao mesmo tempo que a produção de petróleo, que o pais vende para comprar  e cozinhar seus alimentos, e que esta em queda livre depois do pico de 2.5 milhões de barreis por dia de 2012 ? A solução fácil seria de explorar novos recursos para a exportação, porem não resolve os dois problemas fundamentais que causaram este quadro, e estaremos a produzir para comer ao invés de se desenvolver.

Agora me diga o leitor o nome de uma pais da África Austral cuja a agricultura esta a suprir as necessidades da população ? Seria a África do Sul , porem o pais parece caminhar para um cenário Zimbabweano em um horizonte de 20 a 30 anos com a crescente campanha para expulsar os Fazendeiros Brancos, o que poder causar a queda da produção agrícola e décadas de lutas pelo poder.

Veja o artigo anterior: Existe um futuro para Angola sem a África do Sul?

Não sou um especialista, porém se os homens fazer parte também do ambiente, isto me parece uma eventual crise Ecológica, e uma bomba demográfica, muito mais iminente que a falta de oxigénio alegada por Emmanuel Macron.

 This image compares the ferocity of the fires burning in the Amazon and Africa

Existem mais fogos em África, do que na América do Sul.

The Merits of an American Greenland.

The news that President Trump was considered plans to purchase Greenland, to put it under USA sovereignty, was greeted by a mixture of utter shock, snide jokes and sharp rebuke from Danish politicians. However, the facts show that there are merits to the idea of an American Greenland, and should be considered by Greenland, Denmark and the USA.

Thinking about the medium to long term, 20 to 30 years and the emerging trends of China becoming a Superpower peer or superior to the USA or Russia advancing its interests in the Arctic, or Decline of Western Power, we need to ask ourselves 2 questions:

  1. What is the strategic value of Greenland?
  2. Is possession of Greenland in the strategic interest the USA or Denmark?

The first strategic value of the Greenland is its potential use as a base to control the Arctic beyond the 200Nm limit of the Treaty of the Sea to secure fishing and mineral rights, control the two Northern shipping corridors, along North America and Eurasia. Russia has recently sought to advance its advance its interest in the Arctic and establish territorial control over part of the ocean, in competition with potential claims from the USA, Canada and Denmark.

Some might rightful discount such worries as hysteria due to Russia Economic, Social and technological decline since the 1991, however even if we assume a scenario of Russian Weakness in our timeframe we must remember that a weaker Russia might become a backyard for China interest, providing raw material and economic space. Beijing is already showing interest in the Arctic through its OBOR initiative, seeking to establish ports, roads and railways to connect itself to the Arctic. Therefore, we have 3 possible competitors in the Arctic for Denmark: Russia acting on its own volition, Russia acting under Chinese protection, and China.

The second strategic value of the Island resides in its role in the defense of the North American land mass. The main historical advantage of the USA was the isolation from the Western European Peninsula and the Asian Mainland, which allow it to grow into a global power without interference from European power and to participate in two World Wars without suffering extensive civilian death or destruction like what befell Russia, Germany, the UK, China or Japan. North American has never suffered invasion from non-American forces and the war of 1812 was only possible because the UK was able to use Canada and the Caribbean island as a staging ground against New England and the New Orleans.

Even if strategic weapons such as Nuclear armed ICBM, SLBM and Nuclear strategic bombers seems to negate the existence of distance and put North America under the threat of destruction under 15 minutes, the truth is that nuclear weapons are unlikely to be used in enough numbers to truly cripple the USA in a decapitation strike, because of early warning systems, counter measures and nuclear retaliation. Conventional military operations, as old as the Peloponnesian War, namely blockade, fleet in being and positioning forces, will always be of actuality, especially if our age of energetical wealth comes to an end so that slow sailing ships return to fashion.

Defensively, the USA can use Greenland to intercept approaching threats to the American continent from the North Atlantic and Pacific, through the two Northern passages, to host bases to defend the Arctic zone from naval forces and enforce American interests, and provides depth and early warning on the eastern flank just like Alaska does for the Western Flank Any conventional force seeking to attack CONUS will have to first fight against entrenched US forces in hostile climate and thus allow ample time for reinforcement to arrive.

Offensively, a hostile power can use Greenland as a staging ground to threaten the USA by positioning nuclear weapons, like the USSR did Cuba or the USA did Turkey, or as a staging ground to station conventional forces to invade CONUS or force American planner to tie up resources to prevent a possible invasion, similar to Germany two front dilemma.

Sure, an invasion of Greenland by Russia or China would seem outlandish to most people, however it would follow the precedent of the rapid seizure of poorly defended and distant overseas territories perpetrated by an attacker betting on the inability of the victim to counter attack due lack of resources and the advantage of the now entrenched attacker.  The victim nation might even give up plans of reconquest, despite having the means to act on them, if possession of the territory is not in the vital interest of the victim nation or if escalating the conflict might put in jeopardy its homeland, in our case would Denmark respond to seizure of Greenland if it puts Western Europe on the brink of a major Nuclear and conventional war with Russia ?

Such a scenario played out during the Allied invasion of German Colonies in World War 1, the Indian Invasion of Diu and Goa, Turkey invasion of Cyprus, United Kingdom invasion and occupation of Iceland and the Faroe Island, Argentina invasion of the Falkland, or Russia annexation of Crimea.

However less intense means of coercion can also be used, such as a campaign of economic encroachment, such as Turkey Drilling Operations in Cyprus EZZ in the eastern Mediterranean, naval harassment, as it is carried out by China’s Maritime Militia of armed fishing vessels in the South China Sea and Icelandic trawlers used in the Cod Wars, or through seizure of foreign vessels and threats of blockade in as it is done by Iran in the strait of Hormuz. Whatever the means the objective is for the aggressor to reduce the victim’s freedom of movement and gain control of fishing grounds, mineral wealth and shipping lanes to advance its national interests at the expense of its rival and against international law. This would allow for a hostile power to take effective control of the Arctic Ocean and would require long term commitment from Denmark to oppose it.

A scenario in which the USA seeks to advance its interests in Greenland under Danish Sovereignty could be attacked by political means by fomenting discontent local and Danish population about real and perceived environmental damages of bases or Economic interests, as it happens in Okinawa, agitating the anti-war and anti-imperialist sentiment inside the USA and political opposition in Denmark to defend “Danish sovereignty”. This would increase the cost and risk of US operations in the region. Independence could even be sought by appealing to Denmark shame as being the last “Colonial European power” and fomenting a “nationalist Greenland Liberation movement” to secede and place the Island under foreign influence, the fate of African colonies nominally independent only to become Warsaw Pact puppets or economic dependencies of European powers, it is unlikely that political culture Denmark could oppose such effort while the US culture of Federalism, big population and huge economy might integrate Greenland into the wider CONUS economic and political sphere, which includes the Canada. For the Greenlanders the choice is between a distant country with a small economy and lacking the means to defend it versus a closer country with a much bigger economy and the means to defend it.

Invoking international law or NATO membership against these three threats just prove the point of the Copenhagen lack the resources to enforce its claim and that it enjoys the possession of the territory because of American power in the post-1945 World. However even with the fall of its only peer competitor, the Soviet Union, Washington has been struggling to enforce order and defend its interests around the world, allowing therefore “containable” and non-strategic violations of the world order to occur. Therefore, a weaker version of the current USA, akin to Russia post-1992, because of decline or exponential growth of the power of a rival, could tolerate a seizure of the Island from by a foreign power under the logic that the threat can be contained. But if such Rump USA possess Greenland than the use of nuclear arsenal and defensive advantage of prepositioned forces would reduce the risk of invasion, in a scenario to the current situation of Russia, which despite being unable to confront the USA on a head on conventional conflict can project power in its near abroad and protect its territory under its nuclear umbrella. Seizing a Danish Greenland would be like establishing pro-European government in Ukraine and might elicit a limited like the Donbass War, but seizing an American Greenland would be like attempting to seize Sakhalin and would be a major undertaking against entrenched defender with the risk of escalation up to nuclear conflict.

The possession of Greenland is not a vital interest of Denmark, while it is a vital interest of the USA, whether is continues to be a global hegemon or not in the next 20 to 30 years, therefore Trump idea of purchase has merit and would be in Denmark interest to settle the matter now with compensation with its main ally instead of losing the island to foreign interest in the future.

Writter in 2019.

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Addenda 6 de Junho de 2021

A podecast from Strategy Page on the topic:

Addenda 15 May 2023

Greenlandic MP Aki-Matilda Høegh-Dam refused to speak Danish during a debate in the Danish parliament and instead spoke in her native Inuit language, frustrating uncomprehending lawmakers and highlighting strained relations between Denmark and Greenland.“I don’t understand why it is so odious to be allowed to speak what is categorized as the official language of Greenland, which is my constituency,” Hoegh-Dam said.

Awkward moment in Denmark’s parliament as Greenlandic MP refuses to speak Danish

While she is just being stupid, because a debate requires that all people understand what is being said, so she should speak in Danish so her fellow MP understand what is being said with the same pulsion that led her to speak in a tongue that was understandable to her constituents. Still a mental lend-mark culturally, which could see Greenland enter the American orbit.

Jornal de Angola ” 250 de crianças nascem livres do VIH” ou 1000 de adultos vivem com VIH

O JA proclama de forma positiva que 250 criancas nasceram livre do VIH, porem basta dar uma vista de olho aos dados do Senso e a cultura Sexual da Sociedade para ver que isto no minimo significa que 500 adultos addicionais estao a viver com VIH porem como pelo menos 50% dos bebes sao concebidos por solteiros que se engajaram em sexo casual entao o numero de adultos possivelmente infectados poder ser ate 750 se cada “casal” tiver um/uma amante involvida,  se o homem e a mulher tiverem ambos amantes e múltiplos amantes o numero poder chegar a 1000 ou 2000 contaminados.

Se no ponto de vista dos bebes nascer sem VIH seja positivo, a esperanca de vida de seus pais este reduzida e para os adultos significa que temos milhares de pessoas fazendo sexo de forma insegura.

 

Verdicto: Nao e FakeNews, apenas cegueira parcial.D8MawubXoAAnoIU.jpg large

http://jornaldeangola.sapo.ao/reportagem/centenas-de-criancas-nascem-livres-do-vih

Teste de Míssil Balístico Americano perto da costa de Angola

A Marinha Americana publicou um alterna no Worldwide Navigational Warnings Service (WWNWS) indicando que ira proceder a um tiro de Míssil Balístico entre o dia 9 e 12 de Maio de na Florida e que terá seu ponto de impacto final da Atlântico Sul ao largo da Costa da Província do Namibe.

As 3 zonas de impacto intermediarias, corresponde ao ponto de queda de cada estagio do Míssil, entre o ponto de lançamento e o ponto de impacto final distante de 11.000 km do ponto de lançamento, sugere que se trata de um míssil Balístico de tipo Tridente-II D5 que tem a capacidade de distribuir 12 bombas em alvos diferentes, apesar do numero ser limitado a 8 por causa de tratados vigentes com a Russia.

Trata-se provavelmente de um teste de um Míssil sem Ogivas Nucleares pelo Submarino Nuclear USS Rhode Island, talvez como um mero teste técnico ou pode ter um objectivo  estratégico e político como forma dos Estados Unidos lembrar aos seus dois rivais globais, Rússia e China, que possui ainda possui a capacidade técnica e financeira manter uma frota de misseis Balísticos para proceder a ataque Estratégico Intercontinental com Armas Nucleares.  Tal manobra surge no contexto das pressões económicas que os Estados Unidos exercer sobre os seus rivais, como guerra comercial contra a China, Embargo ao Irão e a redução das receitas petrolíferas Russas por meio da Produção do shale Americano e do Crude Saudita.

Nao encontramos qualquer informação no Portal do Governo de Angola sob o lançamento, nao se sabendo se a Capitania advertiu os marinheiros Angolanos, pescadores ou de lazer, sobre os perigo na zona de impacto do míssil, ou se as FAA ira monitorizar a zona para garantir a segurança do publico.

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Trajetória do Míssil segundo as coordenadas do Alerta

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Alerta da Marinha Americana.